sexta-feira, fevereiro 09, 2007

Bolo Mesclado de Banana e Chocolate


Nunca havia feito um bolo com bananas, mas é uma ótima maneira de aproveitá-las, já que sempre acontece de algumas ficarem maduras demais na fruteira. A primeira coisa que pensei foi em procurar a receita no blog da Akemi, que é especialista em usar banana nas receitas, e escolhi essa, pela praticidade. A única coisa que fiz diferente foi não acrescentar chocolate à massa toda, e sim a 1/3 dela, para mesclar um pouco, pois queria sentir como era o sabor com e sem o chocolate. Não sei se usei bananas demais, fiquei em dúvida se a textura ficou correta, da próxima vez usarei menos bananas, pois achei o bolo úmido demais e ele demorou muito para assar. Também não usei o açúcar mascavo porque achei que ia interferir no colorido do mesclado. O sabor, no entanto, é muito bom, mas recomendado apenas para quem aprecia a fruta, pois fica bem pronunciado.

Ingredientes:
2 xícaras de farinha de rosca
2 xícaras de açúcar (a Akemi usou brown sugar claro)
1 xícara de óleo
4 ovos médios
2 colheres (sopa) de chocolate em pó
1 colher (sopa) de fermento em pó
4 a 5 bananas nanicas bem maduras (usei banana maçã)

Pré-aqueça o forno a 180°. Unte e enfarinhe com farinha de rosca uma forma ou forre com papel manteiga. Bata o óleo, os ovos e as bananas no liquidificador. Misture a farinha com o açúcar e o fermento numa tigela grande. Junte a mistura do liqüidificador e mexa bem com colher de pau. Acrescente o chocolate à massa toda ou se quiser mesclar, a uma parte da massa. Despeje na forma e leve ao forno para assar por cerca de 30 minutos ou faça o teste do palito.

Fonte: Pecado da Gula.

Pão de Milho

Aproveitando o bagaço que se formou da receita anterior, a Sopa de Milho Verde, fiz esse pão que se revelou bem gostosinho, lembrando vagamente um cuscuz. Queria ter feito um pão com fermento biológico, pra ficar com gosto mesmo de pão, mas estava sem tempo e achei essa receita prática e que casava com o que eu queria fazer. Ultimamente tenho pensado em quanta coisa a gente joga no lixo e pode ser aproveitada, principalmente comida, que eu tenho dó de desperdiçar e jogar fora (nunca faça guerra de comida na minha frente). Fiquei tentada a fazer os bolinhos que a Eliana e a Patricia sugeriram, mas como alguns amigos estavam vindo pra cá não quis perder tempo fritando, era mais prático algo de forno mesmo.

Ingredientes:
2 xícaras de farinha de trigo
3/4 de xícara de queijo ralado
2 e 1/2 xícaras de bagaço de milho*
8 ovos batidos
3/4 de xícara de manteiga
1 colher (sopa) de fermento em pó
Sal a gosto
Pimenta-do-reino a gosto

Aqueça o forno em temperatura média. Unte uma fôrma de bolo inglês com azeite. Numa tigela grande, misture a farinha, o queijo e o milho. Junte os ovos, a manteiga derretida e o fermento e misture bem. Tempere com sal e pimenta.
Transfira a massa para a forma e leve ao forno por 40 minutos ou até dourar e, ao enfiar um palito de madeira na massa, ele saia limpo. Retire do forno e desenforme. Sirva quente ou em temperatura ambiente.

*4 xícaras de milho verde refogado com bacon e alho, passados no liqüidificador e peneira.

Fonte: Baseado na receita "Pão de Azeitona e Mortadela", do Especial "Só Pães" da Claudia Cozinha.

quarta-feira, fevereiro 07, 2007

Sopa de Milho Verde

Milho dando sopa, literalmente. Ficou uma delícia, é daquelas sopas capazes de curar alguém da gripe, bem "levanta moral". Acompanhantes foram as torradinhas - essenciais com sopa, pra mim, ainda que as de pão francês sejam melhores - e um punhadinho de queijo ralado, porque a sopa já estava muito light com esse bacon todo.
Durante o processo de passar o milho na peneira, percebi que grande parte do milho iria se perder, então guardei o "bagaço" pra ver se faço alguma coisa com ele amanhã, talvez um pão (se alguém tiver alguma sugestão...).

Ingredientes:
2 colheres (sopa) de azeite
3 dentes de alho picados
4 xícaras de milho verde (mais ou menos 5 espigas)
4 fatias de bacon* em pedaços
6 xícaras de caldo de galinha (usei de legumes)
2 colheres (sopa) de farinha de trigo**

Coloque numa panela o azeite e leve ao fogo para esquentar bem. Junte o alho e frite até dourar. Acrescente o milho, o bacon e misture. Refogue por 5 minutos. Coloque no liqüidificador, junte um pouco do caldo e bata bem. Passe por uma peneira e ponha em uma panela com o caldo restante e a farinha dissolvida em um pouco de caldo. Leve ao fogo, mexendo sempre, até ferver, engrossar ligeiramente e sentir o sabor do milho cozido. Rende de 3 a 4 porções.

*Acho que 4 fatias é muito bacon, se eu repetir a receita, com certeza usarei bem menos.
**Por erro da revista, a quantidade de farinha de trigo não aparece nos ingredientes, usei 2 colheres, acho que ficou bom.

Update: Pão de Milho feito com o bagaço.

Fonte: Revista Claudia Cozinha de junho de 2006.

terça-feira, fevereiro 06, 2007

Cookie de Aveia e Passas

CLIQUE PARA AMPLIARSimpatizei com essa receitinha há algum tempo e desde então eu a faço. Costumava levar esses biscoitos pro trabalho quando não tomava café-da-manhã. Simplesmente adoro esses cookies, têm uma textura ótima, sabor, então, nem se fala. Sempre esqueço de testar com açúcar mascavo, acho que também ficaria muito bom. Nunca fiz com gotas de chocolate, mas penso que combinam melhor com passas. O fato de ter usado farelo também não alterou a receita, aliás acho até que ficou melhor. São tão simples, mas todo mundo se surpreende ao dar uma mordida.

Ingredientes:
2 xícaras (194 g) de aveia em flocos finos*
1 xícara de açúcar
1 xícara de farinha de trigo
1 colher (chá) de fermento em pó
1/2 xícara (100 g) de margarina sem sal (usei manteiga)
2 ovos
1 colher (sopa) de essência de baunilha
1 xícara (200 g) de passas (na receita original são gotas de chocolate)

Unte e enfarinhe duas assadeiras grandes. Pré-aqueça o forno em 180°. Numa tigela, junte a aveia, o açúcar, a farinha e o fermento. Acrescente a margarina e os ovos inteiros. Trabalhe a massa até ficar homogênea. Junte a essência e as passas. Com o auxílio de uma colher de sopa, porcione a massa, formando bolinhas. Distribua as bolinhas nas assadeiras, deixando um espaço com cerca de 3 cm entre elas. Achate as bolinhas suavemente. Asse por cerca de 20 a 25 minutos, ou até os biscoitos começarem a dourar na superfície. Retire do forno e deixe esfriar. Minha massa rendeu 32 biscoitos.

*Dessa vez usei uma de aveia em flocos finos e outra de farelo de aveia (oat bran).

Fonte: Recorte de embalagem da Aveia Quaker colada no meu caderno.

domingo, fevereiro 04, 2007

Muffin de Brownie de Chocolate

Esse muffin da Valentina é realmente uma mistura de muffin e brownie, perfeito com sorvete de creme ou mesmo puro, pra quem não gosta de doce muito doce. Algumas pessoas queridas vieram aqui hoje e aprovaram. O rendimento da Valentina foi de 12 muffins, mas nas minhas forminhas, que com certeza são menores, a massa deu 18 unidades. Receita muito prática e deliciosa. Não sei se a minha dúvida em relação à Nutella comprometeu a textura, mas o sabor estava ótimo.

Ingredientes:
300 g de farinha de trigo
2 colheres (chá) de fermento em pó
35 g de chocolate em pó amargo (usei cacau em pó)
75 g de açúcar
60 g de manteiga derretida
95 g de grãos de chocolate ou pedacinhos de chocolate
75 g de pistache picado (usei castanha de caju)
125 ml (160 g) de Nutella*
1 ovo batido levemente
180 ml de leite em temperatura ambiente
125 g de iogurte natural

Prepare as forminhas de muffin. Pré-aqueça o forno a 200°C. Numa tigela coloque todos os ingredientes secos e mexa para misturar. Numa outra tigela coloque todos os ingredientes líquidos e cremosos. Misture-os. Depois derrame os líquidos na tigela onde estão os sólidos e misture os ingredientes utilizando um garfo. Isto é para que a massa fique "grosseira" pois massa macia é para bolo. E muffins têm consistência diferente.
Divida a massa igualmente pelas forminhas e leve ao forno por aproximadamente 20 minutos, na prateleira do meio. Faça o teste do palito.

*Fiquei em dúvida se era "ml" ou "g", já que a Nutella é muito pastosa e a medida em xícara poderia ficar errada, então usei 125 g. Update: a Smas pesou os 125 ml e viu que se tratava de 160 g..

Fonte: Trem Bom.

sexta-feira, fevereiro 02, 2007

Torta de Abóbora [Jerimum]

Assim como a farofa da Patricia, essa torta da Eliana ficou martelando na minha cabeça até eu comprar uma abóbora e fazê-la. E ela correspondeu exatamente à minha fantasia, realmente uma delícia, inclusive o toque da Eliana com a pimentinha e a salsa foram de mestre. A minha não ficou tão amarelinho queimado (ou seja, cor de abóbora) como a da Eliana, acho que a minha moranga estava um pouco desbotada, mas o sabor estava demais.
Na hora de fazer a massa achei estranho não ter sal e coloquei uma colher de chá. Depois a tonta lembrou que tinha caldo de carne na receita, mas já era tarde. O bom é que não danificou a torta, pelo menos pra mim, que sou muito chegada num salzinho.

Ingredientes:
1 xícara de leite
1 xícara de óleo
3 ovos
2 envelopes de caldo de carne em pó
2 xícaras de farinha de trigo
1 colher (sopa) de fermento em pó
500 g de abóbora (jerimum) cozida* (também cozinhei no vapor)
200 g de mussarela** em fatias
1 pimenta dedo de moça
2 colheres (sopa) de salsinha picadinha

Bata no liquidificador o leite, o óleo, os ovos e o caldo de carne. Acrescente aos poucos a farinha de trigo e por último, o fermento. Bata até que fique homogêneo. Transfira a mistura para um recipiente e junte a abóbora amassada com um garfo, pimenta picadinha e a salsinha. Coloque metade da massa em uma assadeira (usei de 24 cm) untada e enfarinhada. Disponha as fatias de mussarela e cubra com o restante da massa. Leve ao forno preaquecido por aproximadamente 35 minutos.

*Se você cozinhar a abóbora na água deixe escorrer bem numa peneira antes de amassar.
**Eu sei que a grafia oficial é muçarela, mas sinceramente, acho que essa forma nunca vai pegar. Posso até estar enganada, mas pra mim ela não funciona, não comunica, então é inútil pra língua. Não que deva haver uma anarquia na ortografia, mas penso que a língua está a nosso serviço e não o contrário.

Fonte: Momentos da Minha Vida.

quinta-feira, fevereiro 01, 2007

Chucrute com Salsicha

Eu sei que essa não é a maneira autêntica de fazer chucrute - e nem a mais fácil - mas quando vi essa receita num livrinho que comprei recentemente não resisti de curiosidade e preparei, claro que por conta da famosa receita que deu nome ao blog da Fer e que virou sinônimo de um estilo de cozinhar. Não sei se ficou como deveria ficar ou se é parecido com o verdadeiro chucrute, pois não tenho parâmetro, mas eis a sugestão para quem gosta. À medida que fui fazendo achei que não ia gostar muito, mas até que é gostosinho, o Ric é que gostou mais do que eu.

Ingredientes:
3 xícaras de repolho em tiras finas
Sal a gosto
3 colheres (sopa) de óleo
1/2 xícara de cebola picada
1 alho amassado
1 xícara de talos de agrião (não usei)
3 salsichas cortadas em rodelas
1/2 xícara de vinagre

Ponha o repolho de molho em água quente com sal por três horas. Escorra-o e aperte-o bem para tirar o excesso de água. Reserve.
Em uma panela aqueça o óleo e refogue a cebola e o alho. Junte o talo de agrião e a salsicha. Refogue por mais três minutos e acrescente o repolho.
Adicione o vinagre e deixe ferver até secar todo o líquido que se forma. Sirva quente ou frio.

Fonte: Claudia Cozinha Especial "Tudo Prático".

quarta-feira, janeiro 31, 2007

Bolo de Canela e Cacau

Estava com uma vontade de comer bolo, pesquei essa receita da Elvira da minha lista de receitas por fazer, pois imaginei o cheirinho que o bolo teria ao sair do forno e a praticidade em fazê-lo, já que hoje meu dia foi um tanto atarefado.
Ele é pequenino (usei forma de 20 cm), tem uma textura que lembra brownie, aliás, ao comê-lo você pensa logo em sorvete. Não é muito doce, tem um sabor sofisticado, muito gostoso.

Ingredientes:
200 g de farinha de trigo com fermento (usei a normal com 2 colheres (chá) de fermento)
100 g de açúcar
3 colheres (sopa) de cacau em pó
1 colher (chá) de canela em pó
3 gotas de essência de baunilha
100 ml de óleo
200 ml de suco de laranja
Óleo para untar
Açúcar cristal para polvilhar (usei de confeiteiro)

Pré-aquecer o forno a 180ºC.
Misturar muito bem a farinha com o açúcar, o cacau e a canela. Abrir um buraco no meio e juntar o óleo e a baunilha.
Incorporar o suco de laranja. Bater muito bem até obter uma massa lisa e homogênea. Transferir a massa para uma forma pequena (20 cm), redonda, sem buraco no meio, untada com um pouco de óleo. Levar para assar no meio do forno por 35 minutos (o meu assou em 30 minutos).
Polvilhar com um pouco de açúcar ao tirar do forno. Deixar amornar e desenformar delicadamente. Servir o bolo levemente morno ou frio.

Fonte: Elvira's Bistrot.

terça-feira, janeiro 30, 2007

Comidas da Memória - Baião-de-Dois com Ovo Estrelado

Finalmente consegui participar do evento da Valentina: Comidas da Memória, em que você prepara e relata o seu prato preferido da infância.
Quando criança, eu não gostava de comer. Com exceção, é claro, daquele tipo de comida que toda criança gosta: comida de aniversário.

O fato é que das poucas vezes em que eu comia com gosto em casa era quando a minha mãe fazia um baião-de-dois bem básico, só com queijo e nata. Geralmente acompanhado com um ovinho "estrelado", com a gema estourada, para o ovo ficar bem amarelinho e disfarçar a clara. Se eu ainda desse trabalho tinha que ser no "capitão", isto é, minha mãe fazia bolinhos de comida pra que eu e minha irmã achássemos divertido comer, pois assim a gente continuava brincando e ela ia colocando os bolinhos na nossa boca.
Como já tem aqui uma receita de Baião-de-Dois bem tradicional, vou apenas contar mais ou menos como fiz esse - geralmente esse tipo de refeição as pessoas fazem mais na intuição do que por receita. Cozinhei 2/3 de xícara de feijão de corda (em mais ou menos 1/2 litro de água) para 1 xícara de arroz. Para preparar é só refogar o arroz como se fosse prepará-lo sozinho (com alho e/ou cebola). Acrescente o feijão já cozido junto com o caldo. Adicione água suficiente para cozinhar o arroz. Essa é a diferença entre baião e o simples feijão com arroz, o arroz tem que ser cozido junto com o feijão, pra pegar o gosto e a cor. Quando estiver quase seco, jogue por cima pedaços generosos de queijo de coalho (ou de minas) e tampe a panela para terminar de secar e derreter um pouco o queijo. Querendo, acrescente umas 2 colheres de nata (muita gente vai querer e não vai poder, então substitua por requeijão).

Queria agradecer muitíssimo à Valentina pelo evento. Acho que todo mundo que está participando telefonou pra mãe pra perguntar qual era seu prato favorito e isso resultou numa conversa agradável e nostálgica.

quarta-feira, janeiro 24, 2007

Panquecas Americanas II

Fiquei em dúvida se postava uma receita de Panqueca de Blueberries sem os blueberries, mas já que este blog é um arquivo de receitas, acho que a Cinara não vai se importar - tive que mudar o nome se não ia ficar meio sem sentido.
Fiz essas panquecas há uns dias - infelizmente minha cozinha está interditada desde ontem - e adorei a receita, comparando com a outra da Patricia fica empatado: a da Cinara é bem prática pois não usa batedeira, a da Patricia é prática porque não precisa untar a frigideira - em sabor, as duas são deliciosas. Comi com um fiozinho de maple syrup, eu o Ric viciamos neste negócio, muito bom. Cinara, agora só falta eu experimentar as dutch babies.

Ingredientes:
1 xícara de farinha de trigo
1 colher (sopa) de açúcar
2 colheres (chá) de fermento em pó
1/4 colher (chá) de sal
1 ovo batido
1 xícara de leite
2 colheres (sopa) de óleo
1 xícara de blueberries (não usei)

Em uma tigela, misture a farinha, o açúcar, o fermento e o sal. Em outra tigela, misture o ovo, o leite e o óleo. Acrescente à mistura de farinha de uma só vez, e misture apenas até incorporar.
Derrame cerca de 1/4 de xícara de massa em uma frigideira quente e levemente untada, sobre fogo baixo. Em seguida, espalhe cerca de uma colher (sopa) de blueberries frescas ou congeladas sobre a massa (a quantidade de blueberries pode variar de acordo com o gosto de cada um, é claro...). Vire a panqueca quando a superfície estiver borbulhando e as bordas levemente secas. Rende de 8 a 10 panquecas.

Fonte: Cinara's Place.

segunda-feira, janeiro 22, 2007

Macarronada de Atum

Não que haja algo demais na receita, mas sabe aquela macarronada que tem a cara de quem a faz? Essa é a minha. Já fiz tanto essa receita pros meus amigos que hoje em dia até evito fazer. Adoro a combinação de atum e azeitona (nesse caso usei picles, um bom substituto) e (quase) sempre uso colorau em macarronadas vermelhas pois ele satura a cor do macarrão, do molho e da carne (no caso, o atum) e dá um sabor a mais através da visão - é sabido que o colorau não tem sabor, mas acho que a cor envia alguma informação pro cérebro que faz a gente acreditar que tem algo mais ali.

Ingredientes (2-3 porções):
115 g de fettuccine ou spaghetti
170 g de molho de tomate (1/2 lata)
1/2 cebola picada grosseiramente
2 colheres (sopa) de manteiga (opcional)
2 colheres (sopa) de óleo ou azeite
2 colheres (sopa) de colorau (colorífico)
1 lata de atum (170 g)
2 picles de pepino fatiados (ou azeitonas a gosto)
sal a gosto
pimenta a gosto

Cozinhe o macarrão em água, sal e uma das colheres de colorau. Isso demora o tempo de fazer o molho: refogue a cebola na manteiga e óleo. Acrescente o atum e a outra colher de colorau e mexa bem, até o refogado incorporar o colorau. Deixe fritar um pouquinho e acrescente o picles ou azeitonas. Depois adicione o molho e tempere com sal. Quando o molho ferver e reduzir um pouquinho (isso tudo é bem rápido), junte o macarrão cozido na panela do molho e mexa, juntando tudo (com uma colher de plástico, pra não quebrar o macarrão). Sirva imediatamente, com uma chuvinha de pimenta-do-reino moída na hora.

sábado, janeiro 20, 2007

Farofa de Cenoura

Desde que a Patricia postou essa receita não paro de desejar essa farofinha de cenoura. Segui direitinho o preparo, mas tive que quebrar a lógica vegetariana da receita e acrescentar uma sobra de frango que eu tinha - afinal existe todo um conceito relacionado à farofa de que ela tem como maior função reaproveitar sobras de carne ou disfarçar a pouca quantidade dela.
Outra alteração que fiz foi acrescentar manteiga e tirar um pouco do azeite. Eu amo azeite, mas não costumo usá-lo quente por causa da saturação dele - apesar de delicioso não é saudável se for usado sempre assim. O óleo de girassol e o de canola são mais recomendados. Mas pra essa receita usei a combinação de azeite e manteiga, que pra mim funciona muito.
Eu quis almoçar só ela mesmo, comi esta cumbuquinha aí da foto (ah, agora minhas fotos ampliam) e dei um pouquinho pro Ric. É bom demais, Patricia. O Ric olhou pra mim e disse: "Você vai repetir essa receita, não vai?" "É claro". E ainda quis roubar da minha cumbuca. No way.

Só uma curiosidade: por causa do nome do blog, todo mundo me pergunta se macaxeira é mandioca e eu sempre digo que sim, apesar de aqui no Ceará não serem bem a mesma coisa: a mandioca que faz a farinha (e que é proibida para o consumo por causa do veneno) é a mandioca-brava, que conhecemos aqui simplesmente por mandioca; já a mandioca que usamos nas receitas é a mandioca-doce ou mansa, ou seja, a macaxeira. Talvez o nome tenha aparecido com a preocupação em diferenciá-las, já que uma delas é perigosa.

Ingredientes:
1 colher (sopa) de azeite
2 colheres (sopa) de manteiga com sal
1/2 cebola picada
1 pedaço de frango desfiado (opcional)
1 cenoura grande ralada (no ralo grosso)
1 colher (sopa) de salsinha picada
40 g de azeitonas verdes, descaroçadas e picadas
70 g de farinha de mandioca (coloque aos poucos até o ponto desejado)
Sal e pimenta a gosto

Aqueça o azeite e a manteiga e refogue a cebola. Junte a cenoura e o frango e refogue por 1 minuto. Junte as azeitonas e a salsinha, tempere com sal e pimenta e depois adicione a farinha. Misture bem.

Fonte:Technicolor Kitchen.

quinta-feira, janeiro 18, 2007

Bolinho-Muffin de Semente de Papoula

A Luciana do Mercado das Pulgas anda procurando receitas pra usar o que tem na geladeira e esses dias estou com uma questão parecida (mas praticamente resolvida), pois vou ter que desligar a minha a qualquer momento por conta de uma pequena reforma aqui em casa. Pensei em fazer um pão da Eliana (receita da Márcia) mas vi que eu não tinha trigo suficiente. Procurei na minha lista algo que casasse com o que eu tinha, esse muffin deu tão certo que até a quantidade de manteiga sem sal que eu tinha deu exata na balança.
Essa receita é um misto de bolinho e muffin, segundo o site de onde tirei, pois apesar do começo da receita ser de bolo, no final a incorporação dos ingredientes secos seguem o processo do muffin. A Valentina sempre sugere que a incorporação seja feita com um garfo - e quem sou eu pra contestá-la - mas experimentei misturar com uma espátula "pão duro", achei que incorporou mais rápido, o que é bom para os muffins, já que quanto menos se mexe, melhor. Devo testá-la depois com as raspas do limão e com a calda que o segue. Ficaram muito gostosinhos e macios, até "rasguei" um pra foto, imitando a Regina. Com o limão eles devem ficar parecidos com o Pão com Limão Galego. Eles não douram muito no topo, mas acho que é normal - pelo menos na foto do Joy of Baking eles também não estão dourados.
Ingredientes*:
280 g de farinha de trigo
2 colheres (sopa) de sementes de papoula
1/2 colher (chá) de sal
1 e 1/4 de colher (chá) de fermento em pó
1/4 colher (chá) de bicarbonato de sódio
113 g de manteiga sem sal
150 g de açúcar
2 ovos grandes
240 ml (1 xícara) de iogurte integral (usei coalhada)
1 colher (chá) de essência de baunilha (usei de amêndoa)
Raspas de 1 limão (não usei)

Calda: misture 1/2 xícara (60 g) de açúcar de confeiteiro com 2 colheres (sopa) de suco de limão fresco.

Pré-aqueça o forno em 180° e coloque a grelha no centro do forno. Prepare 12 forminhas de muffin (unte-as, se necessário).
Numa pequena vasilha, misture a farinha, as sementes de papoula, o sal e o bicarbonato de sódio. Reserve.
Na batedeira, bata a manteiga com o açúcar. Acrescente os ovos, um de cada vez, batendo bem a cada adição. Adicione o iogurte, a baunilha e as raspas e bata até ficar homogêneo.
Acrescente a mistura dos ingredientes secos e misture, apenas para incorporar. Não bata demais.
Despeje a massa nas formas e asse por 18 a 20 minutos ou até que passe no teste do palito. Deixe esfriar por 5 minutos antes de retirá-los das formas. Jogue a calda por cima. Rende 12 muffins.

Receita refeita e editada:
*Texto da receita alterado em 25.02.2008: ao fazer novamente a receita, observei que o site modificou a quantidade de alguns ingredientes e testei a receita novamente como está lá. Fica aqui o registro de que o limão e a calda são realmente indispensáveis: o resultado é muito bom.

Fonte: Joy of Baking.

sábado, janeiro 13, 2007

Bolachinhas de Amor e Canela


Alguém sabe a diferença entre bolacha e biscoito? Quando eu era pequena, a idéia que eu tinha era de que bolachas eram sempre achatadas e sem muita graça (como as bolachas Maria, Maizena, Cream Cracker) e os biscoitos eram aqueles com algo mais no sabor e no formato. Com o tempo, pra mim, tudo virou biscoito. Na internet não encontrei muita coisa, mas parece que não há diferença nenhuma, são apenas palavras com origens diferentes para a mesma coisa.
Bom, mas essa questão me veio por causa do livro Dona Benta, que é de onde eu tirei essa receita. A divisão lá se faz entre bolachas, biscoitos e sequilhos. Mas nada de dizer qual a diferença. Eu já comentei por aí que esse livro me decepcionou. Não tem ilustrações, não explica as coisas com detalhes, deixa tudo meio confuso. Na verdade parece que você encontrou o caderno de receitas da sua avó e ela meio que escreveu só pra ela entender. Mas eu queria fazer uns biscoitinhos pra inaugurar meus cortadores de biscoitos e quis dar uma chance ao livro.
Na página 851, me animo a fazer as Bolachas de Amêndoas, pra usar umas amêndoas que estavam na geladeira há um tempo mas descubro que elas não estão lá há muito tempo, já que meu marido se encarregou de comê-las como quem come pipoca. Decido-me então pela receita seguinte - pelo nome eu só podia usar um cortador mesmo. O problema é que a massa ficou muito seca - imagina como eu xinguei o livro - então adicionei mais manteiga e um pouquinho de água pra dar um ponto de abrir no rolo.
Passada a raiva, tudo deu certo, deu pra abrir, cortar e assar muito bem: os biscoitos são bem gostosos, amanteigados, não espalham na hora de assar. Assei em duas fornadas: uma com papel-manteiga e outra sem, e é bem melhor com papel, os biscoitos ficam mais bonitos e com menos perigo de queimar. Usei forno 180°-200° e a receita deu 49 coraçõezinhos.
Ingredientes:
250 g de farinha de trigo
100 g de açúcar
80 g de manteiga ou margarina
3 gemas
1 colher (café) de fermento em pó
Canela e açúcar para polvilhar

Amasse bem todos os ingredientes até obter uma massa lisa, que despregue das mãos. Abra a massa com um rolo numa espessura de meio centímetro. Corte com cortadores apropriados, no formato desejado. Coloque em assadeira untada com manteiga ou margarina (sugiro forrar com papel-manteiga) e leve ao forno por cerca de 20 minutos (fique de olho pois pode assar antes - o ponto é quando começa a a aparecer o douradinho nas laterais da parte de baixo da bolacha). Depois de frias, polvilhe-as com açúcar e canela.

Fonte: Dona Benta (2004).

quarta-feira, janeiro 10, 2007

Muffins de Passas [Valentina]


Hoje chegou minha forma de muffins que eu pedi pela internet e claro que eu tinha que estreá-la, que nem criança quando ganha brinquedo. As poucas vezes que tentei fazer muffins foi com minha máquina de tortas (veja foto abaixo) e achei muito sem graça, nada a ver com o que eu via por aí.
Procurei algumas receitas pelos blogs e me encantei com essa da Valentina, pois achei que ela tinha uma base bem clássica e simples, substituindo os mirtilos por passas, é claro, pois se onde moro nem forma de muffin tem pra vender, o que dirá mirtilo!
Achei que ficaram deliciosos, não são muito doces, acho que a doçura virá do que você colocar neles - no meu caso, as passas. Textura úmida, porém firme, macio, muito bom. Imaginem como agora vou entrar numa fase de muffins!
Pelo que entendi, o que caracteriza o muffin é ser feito sempre com manteiga derretida (ou óleo vegetal) e a mistura ser feita com um garfo, de maneira grosseira, de modo que a massa fique com aspecto empelotado, diferente do cupcake, que me parece ser um bolo mesmo, ainda que em miniatura. Já li em algum lugar que o muffin estaria mais pra pão do que pra bolo, mas vou deixar que os comentários me dêem uma resposta melhor.


Como eu só tinha uma forma - tinha, porque acabei de encomendar mais duas - fiz o resto da massa na máquina, e confirmou-se pra mim o fato de que ela não serve para muffins e bolinhos, só para tortinhas de massa amanteigada mesmo.
Fiquei na dúvida se deveria untar, untei a metade pra fazer o teste, mas nem precisava, todos saíram perfeitos.

Comparando um muffin feito pela máquina e outro na forma dá pra perceber que não é a mesma coisa: a massa não cresce, não doura, enfim, não vinga.

Ingredientes:
75 g manteiga sem sal e em temperatura ambiente
200 g farinha de trigo
1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
2 colheres de chá de fermento em pó
75 g de açúcar
Pitada de sal
100 g de iogurte
100 ml de leite desnatado
1 ovo grande
120 g de passas sem sementes

Pré-aqueça o forno em 200°. Prepare a forma (ou formas) de muffin.
Combine todos os ingredientes secos numa vasilha e reserve. Derreta a manteiga e deixe esfriar. Enquanto a manteiga esfria, misture os ingredientes líquidos. Acrescente a manteiga assim que esfriar. Faça um buraco no meio da vasilha com os ingredientes secos e derrame a mistura líquida. Com um garfo misture tudo levemente apenas para combinar todos os ingredientes, preservando a consistência encaroçada, o que é uma característica do muffin. Jogue as passas só no final. Divida a mistura pelas forminhas e leve ao forno por 20 minutos (os meus não ficaram tanto tempo, tenho que lembrar da próxima vez ficar de olho no forno ou usar uma temperatura mais baixa).

Fonte: Trem Bom.

terça-feira, janeiro 09, 2007

Bolo de Carne Americano [Cinara]


Fiquei maravilhada com esse Meatloaf da Cinara. É muito gostoso e úmido, além de prático e simples de fazer. Fica um pouco picante, mas com um leve doce, delicioso, só mudei um pouquinho a quantidade de sal. Esse molhinho por cima é de matar. Vai virar receita do nosso dia-a-dia.

*Só uma observação: eu sempre reproduzo a receita de outro blog no meu blog (ao invés de deixar só o link) porque quero manter arquivado comigo, pois às vezes os links se perdem, dá falha no Blogger, os blogueiros migram ou acabam seus blogs e vou acabar ficando sem a receita. Falo isso porque já tive blog e já aconteceu de eu perder coisas importantes confiando no link. Mesmo assim sempre espero que quem vê a receita aqui visite o post original, pois cada experiência é única e a mesma receita, feita com os mesmíssimos ingredientes, nunca sai do mesmo jeito.
Ingredientes:
Loaf:
500g de carne moída (usei patinho)
1/2 xícara de aveia em flocos finos
2/3 xícara de leite (também uso desnatado)
1 cebola grande picada
1/2 colher (chá) de sal
1/2 colher (chá) de pimenta-do-reino

Molho:
2/3 xícara de catchup (usei o Heinz)
2 colheres (sopa) de vinagre de maçã
Pouco menos de 1/2 xícara de água
1 1/2 colher (sopa) de molho inglês (usei o Lea & Perrins)
1 1/2 colher (sopa) de açúcar

Pré-aqueça o forno a 180°. Misture a carne, a aveia, o leite, a cebola, o sal e a pimenta. Coloque em uma fôrma de bolo inglês, untada com manteiga. Misture bem os ingredientes do molho e espalhe por cima. Asse por 1 hora e meia.

Fonte: Cinara's Place.

domingo, janeiro 07, 2007

Torta Focaccia


Tenho essa receita há bastante tempo e só tinha preparado ela uma vez, há muitos anos, mas nem me lembrava mais do resultado. Está no meu caderninho, mas lembro que copiei de um programa de tv, era uma receita da culinarista Luzinete Veiga. Procurei na net, existe uma receita idêntica no Cybercook.
A massa é bem grudenta e não sei que ponto é esse que solta das mãos, só sei que não o alcancei, sob pena de colocar muita farinha e a massa ficar pesada. Deixei a massa crescer e ela fica enorme, na hora de abrir ela virou uma toalha, mas como ela gruda muito dá um pouco de trabalho colocar na forma. Nessa hora jurei que não repetiria a receita. Fiquei com medo de não conseguir cobrir e acabou ficando pouca massa embaixo e muita massa em cima, como se pode ver pelas fotos. O ideal seria ter feito em uma forma maior (fiz com uma de 24 cm), pois a torta é grande, mas eu não tinha. O pior é que o resultado foi muito bom, fica bem saborosa, essa massa é muito macia, deliciosa mesmo, com certeza por causa da batata.
Abaixo, duas fatias: a primeira é de logo quando tirei do forno, a massa e o recheio estavam derretendo, uma delícia! Depois a textura da torta fria.



Ingredientes:
Massa:
1 xícara (chá) de leite morno
20 ou 30 g de fermento biológico (dependendo da temperatura - usei 25 g)
1 colher (sobremesa) de açúcar
1 colher (sobremesa) de sal
1 colher (sopa) de óleo
100 g de manteiga
2 gemas
3 batatas médias cozidas e amassadas
Farinha de trigo até soltar das mãos (mais ou menos 550 g)
1 gema para pincelar

Recheio:
4 tomates
1 cebola
2 colheres de sopa de azeite
200 g de presunto
200 g de muzzarela
150 g de lingüiça calabresa.
220 g de queijo cremoso
Sal e orégano a gosto

Derreta o fermento no leite morno e acrescente o sal, o açúcar, o óleo, a manteiga, as gemas e as batatas. Misture bem e vá acrescentando a farinha de trigo até soltar das mãos. Sove a massa em superfície polvilhada e deixe crescer (deixei crescer enquanto fazia o recheio, acho que uns 30 ou 40 minutos).
Para o recheio eu processei primeiro o presunto, a muzzarela e a lingüiça juntos e reservei. Depois processei os demais ingredientes também juntos. Na receita diz que eles devem ser picados, mas achei mais prático processá-los.
Abra a massa com um rolo e ponha numa forma untada e polvilhada, deixando sobras da massa pra fora. Acrescente o recheio de forma que a primeira camada seja da mistura de queijo, presunto e lingüiça e depois a mistura de tomate - pode ir alternando as camadas, mas na pressa eu coloquei cada camada de uma vez só. Feche a massa com as sobras e pincele com gema. Leve ao forno preaquecido (180°). O meu assou em 50 minutos.

Fonte: Caderno de receitas.

sábado, janeiro 06, 2007

Brigadeiro de Cacau e Ovomaltine [Rainhas]


Essa receita foi publicada no Rainhas do Lar, é de uma leitora chamada Ana Sílvia, mas foi enviada por outra leitora, a Sora - enfim, leia o original para entender a quadrilha e o modo de preparo ultra-detalhado.
É a segunda vez que faço em 10 dias, pois é um sucesso. Hoje foi uma pequena comemoração do aniversário da minha irmã aqui em casa e fiz algumas coisinhas só para complementar - já que ela trouxe coisas já prontas - esse brigadeiro, uma mousse de limão e uma torta que só vou postar amanhã. A mousse na verdade é a "mousse-truque", que todo mundo faz na hora do aperto: 1 lata de leite moça, uma caixa de creme de leite e bate no liquidificador com uma caixa de gelatina pronta (conforme instruções da embalagem) do sabor de sua preferência e leva pro congelador até ficar com consistência de mousse. É que não sou chegada em receitas que levem ovo cru, (não pelo sabor, mas por medo) e as mousses geralmente levam claras que não vão ao fogo, então prefiro fazer a "mousse-truque". Apesar da simplicidade ela também fez sucesso. Tanto ela quanto o brigadeiro servi em copinhos descartáveis de 60 ml, pra facilitar nas porções.
Ingredientes:
1 lata de Leite Moça Nestlé
1 colher (sopa) cheia de cacau em pó
1 colher (sopa) cheia de Ovomaltine de chocolate
1 colher (sopa) de manteiga com sal

Numa panela grande, misture bem todos os ingredientes até ficar bem homogêneo. Leve ao fogo baixo e vá mexendo com uma espátula de silicone ou colher de pau até começar a dar o ponto. A Sora conta que o ponto é textura de "Danete", eu não deixo engrossar muito pois geralmente sirvo pra comer de colher. Pra quem vai enrolar pode deixar engrossar mais um pouco.
Opções: de colher fica legal jogar um pouco de Ovomaltine por cima na hora de servir (foi o que eu fiz) ou mesmo nozes ou outro tipo de castanha; para enrolar a sugestão dela é passar no cacau como se fosse uma trufa.
Observações: o tom diferenciado da receita está nos ingredientes, então sugere-se que não se faça substituições, senão será um mero brigadeiro comum... :)

Fonte: Rainhas do Lar.

quarta-feira, janeiro 03, 2007

Cake de Atum com Pimentão e Orégano [Karen]



Janeiro é um mês importante pra mim. É o tempo em que começam as chuvas aqui em Fortaleza, o que me dá uma certa sensação de nostalgia (pois quando não morava aqui sempre vinha nessa época). É um tempo em que eu abro caixas de lembranças e sempre jogo fora uma ou outra coisa que o apego vai afrouxando.
Foi com esse clima que eu fiz esse bolo da Karen, e acho que vou associá-lo a um dia muito agradável em que cozinhei bebendo o resto da lata de cerveja que foi usada na receita e sentindo o cheiro de Janeiro. Ah, e o cake é bem gostoso sim, também só tem coisas que eu adoro!
Sugiro uma olhada na receita original (tem mais detalhes) e também na versão da Elvira, caso queira usar atum em óleo. Usei cerveja por conta do comentário de alguém no post da Karen, o que contribuiu pra que eu fizesse, já que eu não tinha vinho branco.
Ingredientes:
220 g de farinha
4 ovos
250 g (2 latas) de atum em lata conservado em água
1 pimentão vermelho grande sem pele e sem semente (usei pimentão em conserva)
75 g de queijo ralado
100 ml de cerveja (originalmente é vinho branco)
100 ml de azeite
1 colher (chá) de fermento em pó
2 colheres (sopa) de orégano
Sal a gosto (usei uma colher de café)
Pimenta a gosto

Preaqueça o forno à 210°C. Unte e forre o fundo de uma forma de bolo inglês com papel manteiga. Escorra o atum e corte o pimentão em tiras no sentido do comprimento.
Misture a farinha, o fermento, sal e um pouco de pimenta. Adicione os ovos, o vinho, o azeite. Aqui eu dei uma boa misturada antes de acrescentar o queijo, o atum e o orégano. Misture muito bem. Coloque metade da massa na forma, coloque as tiras de pimentão e cubra com o resto da massa. Asse por cerca de 45 min. Insira uma faca no centro do cake, se sair limpo, está pronto. Desenforme morno e sirva frio com uma salada.

Fonte: Kafka na Praia.

segunda-feira, janeiro 01, 2007

Frozen Yogurt de Morango [Akemi]


Do que preparei aqui em casa pra passagem do ano não deu tempo tirar fotos, mas vou postar essa receita da Akemi, já que eu tinha tirado uma do preparo - uma das vezes em que tirei para mexer. Portanto quem quiser ver melhor a textura de como fica no final dê uma espiada no post dela. Talvez porque meu morango estava muito maduro o meu ficou mais rosa do que o dela, mas estava delicioso. O pessoal que virou a noite aqui tomou de conta.
É muito fácil de fazer, a única dificuldade é que não tenho nada de alumínio, então numa primeira fase acabei fazendo na panela de pipoca do Ric, que é a única coisa que tem aqui em casa desse material. Depois fiquei imaginando que eu poderia ter usado a tampa - que vem com uma manivela para mexer a pipoca - pra mexer o frozen, olha só, como teria sido prático e adequado? Ou no mínimo engraçado?
Outra sobremesa que preparei e vou deixar a foto-experiência-receita para outra ocasião foi o Brigadeiro de Cacau e Ovomaltine postado no Rainhas. É um espetáculo.
Ingredientes:
300 g de morangos
400 ml de iogurte natural
2 colheres (sopa) de mel
200 ml de leite condensado

Limpe os morangos e coloque numa tigela. Esprema os morangos entre os dedos (não amasse muito, só o suficiente para ¨quebrar¨ os morangos).
Junte o iogurte, o mel e o leite condensado e misture bem.
Despeje numa assadeira de alumínio, sem teflon. Cubra com filme plástico e leve ao congelador. Depois de uma hora, dê uma boa mexida no sorvete. Leve ao congelador novamente por mais uma hora. Repita essa operação até que fique com consistência cremosa (eu fiz várias vezes e deixei pro outro dia pra mexer mais).

Fonte: Pecado da Gula.